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Botecando #24 – Bar Sarau e Barril Pub – Paraty – RJ – Brasil

Bar Sarau e Barril Pub: irmãos gêmeos!!!!

Bar Sarau e Barril Pub: irmãos gêmeos!!!!

Logo no primeiro dia, na chegada em Paraty, resolvemos procurar algum bar para tomarmos algumas (de leve!!!) e ao dar um passeio pelo centro histórico, encontramos, ao lado da igreja, uma série de bares muito parecidos e resolvemos “apostar” em um deles, que foi o Sarau. No dia seguinte, fomos ao bar do lado, o Barril Pub.

São dois bares distintos, mas são tão parecidos e ficam um do lado do outro que vou falar dos dois de uma só vez para não me tornar repetitivo.

Como todo estabelecimento no centro histórico, eles ficam em casarões preservados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e contam com a arquitetura rústica da cidade como padrão (piso de madeira, bastante pedras, janelas e portas largas) e mesas no calçadão bem irregular (torci meu pé umas 50 vezes, isto sóbrio!!! 🙂 ).

Nos dois existem músicos tocando MPB e alguns sucessos internacionais (como Bob Marley), porém, como os dois bares são colados, para quem fica na rua, o som fica muito confuso quando os dois músicos resolvem tocar ao mesmo tempo e isto é algo que eles podiam melhorar: revezar o som externo, ora tocando o músico de um dos bares, ora tocando o do outro.

Bar SarauO atendimento, como sempre ocorreu em Paraty, foi bastante atencioso, porém sem exageros (à exceção foi o Paraty 33, que falarei mais pra frente).

O que realmente assustou foram os preços. O das bebidas alcólicas era justo e até relativamente barato se comparado aos praticados em SP (R$ 8,00 a garrafa de Brahma de 600mls), porém, o valor das bebidas não alcólicas beira o absurdo: R$ 10 reais por uma água, R$ 13,00 por um refrigerante. Realmente preço padrão Europa (na Alemanha a Erdinger custava € 0,85 enquanto a água custava € 1,50, ou seja, tomar cerveja era questão de economia….hahaha).

Tirando as porções básicas (fritas e calabresa), as demais, especialmente de frutos do mar, também eram um pouco altas, especialmente por se tratar de uma cidade costeira, onde teoricamente os preços deveriam ser mais baratos.

Mas deixando isto de lado, foram noites agradáveis (apesar do frio no dia 30), muito por conta do próprio charme da cidade.

Uma curiosidade: no Barril, excetuando-se o músico, todos os outros funcionários eram argentinos. Aliás, Paraty deve ser a cidade com mais argentinos vivendo fora da Argentina, mais até do que o norte de Florianópolis.

Onde: Bar Sarau e Barril Pub (Rua Marechal Deodoro, Paraty, Rio de Janeiro, Brasil)
Quando: 30/04/2014 e 01/05/2014
Bom: música ao vivo e atendimento
Ruim: preço para turista europeu
Sarau Bar: https://www.facebook.com/sarauparaty.restaurante
Barril Pub: http://pubchoperiabarriu.blogspot.com.br/

Botecando #23 – Britannia Pub

Tony jamming with Number 9

Tony jamming with Number 9

Quando estive em LA em 2008 este era o bar em que eu “batia cartão” todos os domingos (inclusive foi o único lugar nos EUA onde ganhei “saideira”, pois lá é muito incomum).

Fica em Santa Monica, no Santa Monica Boulevard, entre a 3rd Street Promenade (vale uma passada por este calçadão antes) e a 4th street, bem no meio do burburinho de Santa Monica.

É um legitimo pub Inglês, com taps de ales e variada opção de pratos tipicos, como Fish’n’Chips e Shepherd’s pie.

A atracão aos domingos (e agora às quartas, fazendo karaokê) é a Number 9 Beatles Tribute band, que atrai além de frequentadores habituais, os turistas que se encontram na região e não resistem ao ouvir algum clássico (ou mesmo algum lado B) dos Beatles e acabam entrando.

Britannia 2O atendimento é muito bom e Richard, o barman, meio que interage com a banda (afinal de contas, fazem quase 10 anos que tanto ele quanto a banda estão lá todos os domingos), inclusive se arriscando a ir para o palco entoar “Something”.

A banda tambem é muito boa e toca praticamente todo o repertorio dos Beatles, inclusive atendendo a pedidos (alias, pedindo que o publico presente escolha as musicas).

O lugar costumava ficar lotado aos domingos, especialmente de turistas estrangeiros, mas infelizmente não ocorreu desta vez (acho que o Hooters que abriram em frente anda roubando clientela….hahaha)

Pra mim é sempre parada obrigatoria quando estiver em LA e aconselho, mesmo para quem nao é muito fa de Beatles, pois o clima é bem legal.

Update
Estava quase me esquecendo e a Rebeca me lembrou: o John Lennon da Number 9 é o Don Mendonça, um brasileiro de São Paulo que já mora lá nos EUA há uns 20 anos!

Onde: Britannia Pub (318 Santa Monica Blvd, Santa Monica, CA)
Quando: 27/04/2014
Bom: Number 9 (Beatles Cover) e atendimento
Ruim: distância do Brasil 😛
Site: www.britanniapub.com

Botecando #22 – Palladino’s Club

Palladino's 1

Tony e Rebeca me apresentaram o Paladino’s há um bom tempo atrás. Este bar me lembra muito o Fofinho’s Rock Club, em São Paulo, tanto no formato, quanto pela proposta rock.

É um bar de rock “mesmo”, onde bandas de “tributo” (bandas covers nos EUA são chamadas de “tribute bands”) se apresentam. Como eu disse no post do Blooze, é bem legal ver as bandas se caracterizando para inclusive aparentarem como os homenageados. E não que o som fique de lado, muito pelo contrário.

A primeira vez que estive aqui, vi um cover do Ozzy (cujo guitarrista tinha o visual e usava a mesma guitarra do Randy Roads, mas não lembro o nome da banda) e o Bonfire, um cover do AC/DC, com o vocalista com o dente quebrado como o Bon Scott e o guitarrista vestindo terninho escolar e tudo, como o Angus Young.

O casal Cortezza me enganou direitinho, ao dizer que não sabiam quem iria tocar e até sugerindo outro local (Sagent Brush, bem legal, mas que infelizmente não tive tempo para ir) e, quando estavamos para entrar, vi um cartaz escrito “Caress of Steel”, so que não deu nem tempo de ver quando seria, pois a fila andou. Quando fui pagar o cover no caixa (nos EUA geralmente se paga na entrada o cover, e as bebidas paga-se em separado), o cara perguntou se eu estava lá para ver o Rush (quando tem mais de uma banda, eles perguntam quem a pessoa foi ver e dividem o cache proporcionalmente), e nesta hora eu dei meus 12 dólares com o maior gosto do mundo.

O local, como disse, me lembra o Fofinho’s. É bem amplo e tem 3 ambientes: o bar em sí, com algumas mesas de snooker, a pista com o palco (grande!) e um “anexo” da pista com alguns sofás. O atendimento é padrão americano de bar: eficiente e simpático, mas deixe gorjeta, sempre!

Mas fiquei surpreso mesmo foi com a banda: uma competência impressionante!!!! Alias, acho que as bandas covers no Brasil deveriam fazer um estagio com as americanas. Ou as americanas deveriam fazer turnês por aqui, que iriam se dar bem.

O Baterista era um show a parte, tocando e “sentindo” a musica pra valer. O Guitarrista sem frescura, fez o que o Alex faria: direto e reto, estava lá para tocar e se divertir durante o percurso. O vocalista / baixista / tecladista por pouco não substituiria, eventualmente, o proprio Geddy Lee: além de conseguir tocar o baixo muito bem (um belo Rickenbaker 4001), conseguiu levar as partes de teclado numa boa (tanto com as maos, quanto com os pés), apesar de algumas partes já estarem gravadas (mas acho que o Geddy Lee tambem usa deste artificio ao vivo) e, apesar de desafinar um pouco, tinha o tom de voz parecido com o proprio Geddy.

Palladino's 2

E lá se foi uma bela sequência de Rush dos anos 80, que eu particularmente gosto, além de algumas músicas que, se dependessem dos fans, seriam tocadas em todo show do Rush: By Tor and the Snow Dog, Jacob’s Ladder, Working Man, entre outras.

Mas a melhor cena da noite foi um tiozinho, parecido com o Genival Lacerda, que estava quieto no seu canto ouvindo o som. Eu pensei que era apenas alguém que largou a patroa em casa para tomar umas e por acaso encontrou este bar no caminho. Porém, quando começa Tom Sawyer ele canta a musica de cabo a rabo. Prova que o Rush atinge todas as idades, raças, credos, etc.

Onde: Palladino’s Club (6101 Reseda Blvd, Tarzana, CA)
Quando: 25/04/2014
Bom: bandas
Ruim: nothing
Site: http://www.paladinosclub.com

Minha Virada Cultural – Edição 2014

Virada 01Não é segredo para ninguém o quanto eu amo São Paulo (apesar dos pesares). Inclusive tenho a oportunidade de, devido ao trabalho, morar em uma cidade do interior de SP, não tão distante da capital, porém eu prefiro conviver com o ônus de morar aqui para poder aproveitar o bônus (vida noturna, cultural, amigos, família, etc). Particularmente eu gosto bastante do Centro de SP, local em que trabalhei de 1991 à 2004 (e gostaria de voltar a trabalhar lá).

No centro de SP você encontra todo tipo de pessoas (brancos, negros, índios, nigerianos, bolivianos, ricos, pobres, etc) e de lugares (shoppings, centros comerciais, restaurantes populares, restaurantes luxuosos, hospitais, dentistas). Além de tudo, apesar de bastante descuidada, a arquitetura da região central é bela e, guardadas as devidas proporções (500 anos contra 2 mil!), não deve em nada para as principais cidades da Europa (ao menos as que eu conheço).

Eu fico muito feliz quando existem eventos ou ações que ocupem o centro da cidade (aliás, a cidade toda) afim de proporcionar cultura, esportes, lazer, etc (já falei sobre o Carnaval de rua Paulistano aqui). Ou seja, que procuram fazer com que os paulistas (de nascimento e de coração) aproveitem esta maravilhosa cidade. Talvez o evento mais esperado todo ano seja a Virada Cultural, em 2014 na sua 10ª edição.

Desde 2008, ou seja, da sua quarta edição, que eu aproveito este evento. Nas primeiras edições eu não compareci por conta de preconceitos que eu tinha (“é bagunçado”, “é perigoso”, etc) e que muita gente ainda tem. Mas à partir do momento que eu me permiti ter esta experiência, se tornou um dos meus eventos preferidos e mais esperados do ano.

Este ano não foi diferente e no sábado às 16:00hrs, peguei o ônibus para me dirigir ao centro para aproveitar alguns dos eventos desta festa.

Pobre Paulista
Talvez um dos shows mais esperados este ano foi o retorno da paulistaníssima banda Ira!, após 7 anos de separação e brigas. E acho que não haveria um evento melhor para este retorno do que a Virada Cultural. Eu nem vou falar que o show foi sensacional, porque eu sou muito suspeito, já que o Ira! é minha banda nacional favorita.

Virada 02

Bandeiras de SP tremulam ao som do Ira!

De qualquer forma eles montaram um set muito bom para esta volta, colocando bastante músicas curtas para tocarem o máximo de músicas possíveis no pouco tempo de show, incluindo no set muitos lados Bs. “Como os Ponteiros de um Relógio” e “Prisão das Ruas” eram duas músicas que eu nunca os tinha visto tocar ao vivo (e olha que eu já vi uns 100 shows do Ira!, chutando bem baixo!).

Não gostei muito dos novos membros da banda, especialmente do baterista, que me pareceu muito “mecânico” (talvez com o tempo ele se solte), mas era um show para curtir e não para ficar analisando qualidade técnica e até o fato do Nasi esquecer e errar algumas letras (como em Tolices) foi parte do espetáculo.

Underground
Depois do show do Ira! dei uma passada no palco São João para assistir um pouco do Tributo ao Hélcio Aguirra, guitarrista do Golpe de Estado (a segunda banda que eu mais vi, só perdendo pro Ira!), falecido ano passado.

Da formação original da banda só sobrou o baixista Nelson Britto, porém eles tocaram sob o nome de “Golpe de Estado”. No início da apresentação, que foi anunciada pelo Luis Calanca, da Baratos & Afins (o selo pelo qual o Golpe lançou os primeiros discos, justíssima escolha, aliás), levaram ao palco a famosa Gibson Flying V Preta e Branca que era a marca registrada do Hélcio.

O show foi até legal, mas nestas horas você percebe que esta história de que “ninguém é insubstituível” é uma balela: o guitarrista escalado para “substituir”o Hélcio era muito bom, mas mesmo assim não era o Hélcio e apesar do Nelson estar ali tocando, não parecia ser o Golpe.

Mas valeu a homenagem, já que o Hélcio, além de ser um baita músico, foi uma das pessoas que ajudaram a desenvolver (ou ajudaram a não deixar morrer) a indústria musical brasileira, sendo ele responsável por prover equipamentos de PA para vários shows ocorridos na década de 80 (antes da abertura comercial em que era praticamente impossível importar equipamentos), desenvolver efeitos e amplificadores, etc.

Retirantes
Bixiga 70 era um um dos shows que eu mais queria ver, já que apesar de ter adquirido os dois álbuns da banda, nunca os tinha visto ao vivo.

Aqui vale uma consideração: o brasileiro em geral não é muito ligado em música instrumental, mas vez ou outra uma banda ou músico se destaca e conquista relativa popularidade. Foi o caso da Banda Black Rio nos anos 70, d’A Cor do Som nos anos 80, do Funk Como Le Gusta na década de 2000 e parece que a bola da vez é o Bixiga 70.

Montaram um set bem legal, inclusive permitindo espaços para improvisações e suspresas (como uma versão bem inusitada de Kashmir, do Led Zeppelin). Uma pena que colocaram em um palco secundário e a procura foi grande, o que tornou o espaço um pouco lotado.

Outra coisa ruim foi a “marofa” que se formou no show. Parecia uma névoa de tanta maconha e saí de perto do palco antes do final pois já estava ficando louco de tabela. Eu fumo meu cigarro e bebo minha cerveja e talvez não tenha moral pra falar, mas acho que a galera podia ter um pouco mais de consideração com quem não tá afim de “chapar o côco”.

Depois do show do Bixiga 70, um já tradicional churrasco grego pra dar uma forrada e bora pra casa dormir um pouco pois o outro dia reservava algumas boas atrações também. Estou pensando até em pegar um hotel no centro no próximo ano para aproveitar mais a festa.

Todo Amor ao Jimi
No domingo de manhã, logo as 9:00hrs, teria um show que já havia visto em algumas viradas atrás, mas quis assistir de novo, pois é bem legal, que é o do Pepeu Gomes, um dos melhores guitarristas da história musical do Brasil.

Virada 03

Pepeu Gomes e a bela Estação Julio Prestes ao fundo!

Mas antes do show, como não poderia deixar de ser para alguém que parece um para ráios de louco como eu, um tiozinho ex-morador de rua resolve pedir cigarro e ai lá se vão 30 minutos ouvindo histórias meio disconexas e sem sentido (“eu tenho 6 profissões: balconista, amigo do cafú…”). Mesmo assim é divertido e o que estas pessoas querem é apenas alguém que lhes dê um pouquinho de atenção e dar um pouco de atenção a outra pessoa não custa nada.

O show do Pepeu começou com uns 20 minutos de atraso, o que me impediu de acompanhar até o final, já que tinha outros planos. Mesmo assim, é bem legal e ele mistura músicas de sua carreira solo, sucesso da época dos novos baianos e algumas homenagens, como um instrumental de “Maracatu Atomico” que ele dedicou ao Chico Science (poderia ter aproveitado e dedicado ao Jorge Mautner, autor da música).

A banda que o acompanha é competente e sabem dosar a quantidade de solos e improvisos para não virar aquela “punhetagem” musical que geralmente existe em shows de música instrumental.

Mas como disse, a agenda estava apertada e as 10 e pouco precisei ir embora rumo ao minhocão para dar uma olhada em como estaria o evento “Chefs na Rua”, que desta vez contou com participação de food trucks e de cervejarias artesanais e importadores de cervejas ditas “gourmet”.

Cerveja é cultura
Desde 2012 ocorre, como uma das atrações da Virada Cultural, o evento “Chefs na Rua”, onde chefes e restaurantes badalados servem algumas de suas criações a preços populares. Este ano o evento ganhou a ótima companhia de food trucks (que parece que vieram para ficar) e de algumas empresas do mercado de cervejarias artesanais (importadores, microcervejarias e uma escola que produziu uma cerveja durante o evento), também conhecidas como cervejas gourmet.

Muito bom este interesse pela cultura cervejeira

Muito bom este interesse pela cultura cervejeira

Devido à recente popularização deste mercado no Brasil, posso me considerar da “velha guarda” dos apreciadores de cervejas gourmet, afinal de contas, frequento o Frangó há uns 20 anos, e fico muito feliz com o aumento deste mercado por aqui. Então claro que não poderia deixar de dar uma passada no evento.

A variedade de cervejas era boa, contando com cervejarias nacionais e importadas e achei muito legal que estavam vendendo “degustações” em copos de 100mls. Pelo que eu percebi haviam muitos “curiosos” em descobrir este fantástico mundo das cervejas, que afinal de contas, assim como a música, a culinária, os trajes, fazem parte da cultura de um povo.

Rapaziada da Zona Oeste
Não posso nem dizer que “vi” o show do RZO, pois na verdade escutei duas músicas quando estava à caminho do palco Luz e passeoi pelo palco Júlio Prestes, mas como eles estavam tocando as minhas duas músicas prediletas do grupo, Paz Interior e O Trem, então vou contar como uma das atrações que eu vi…..hehehe

Qui Nem Jiló
Quando da morte do Jair Rodrigues eu publiquei um post no Facebook falando que, mais do que a perda do artista, a maior perda era da pessoa, já que ele era um ser que, se eu não fosse tão cético, acreditaria ser um espírito de luz ou ter uma aura do bem. A Teresa Cristina é uma destas pessoas também. Só a presença dela no palco já faz você abrir um sorriso.

Além disto, ela canta bem para caramba, sabe montar um repertório fantástico, colocando músicas menos conhecidas intercaladas com grandes sucessos de outros artistas que ela interpreta. Para “ajudar” ela ainda conta com uma competentíssima banda.

Por tudo isto este show acabou entrando no rol de um dos melhores que eu vi em minhas 7 edições de virada cultura, ao lado do próprio show do Jair Rodrigues e do Living Colour, que assisti na virada cultural de 2010.

E agora virou obrigação assistí-la quando ela vier a São Paulo ou da próxima vez em que eu for ao Rio e ela estiver se apresentando.

Underere
Entre a Teresa Cristina e o Pagode 90 (que iria assistir mais pela memória afetiva) tinha a Eliana de Lima e como já estava cansado de andar de um canto pra outro, resolvi assistir tb. Não foi tão legal pois ela está longe de ser uma baita cantora, então acabou valendo também pela memória afetiva.

Enquanto comia um pastel na espera pelo Pagode 90 o tempo fechou (literalmente), mal dando tempo de engolir o ultimo pedaço e correr para a marquise da Estação da Luz. E a chuva acabou trazendo uma agradável surpresa…

Até a acústica da Estação da Luz ajudou.

Até a acústica ajudou.

Proteja o meu Maracatu!
No momento da forte chuva que caiu sobre São Paulo, o Grupo Maracatu Bloco de Pedra, que se apresentaria no Parque da Luz, correu para dentro da estação de trem da Luz e, meio que espontaneamente, começaram a tocar ali mesmo. Um som legal, um público empolgado (e um tanto quanto “emocionado” pelo álcool), a bela arquitetura da estação (que inclusive ajudou na acústica) e a surpresa fizeram desta curta apresentação uma atração bem legal.

Pena que, por não ter sido programada, os seguranças e a administração da estação solicitaram a interrupção da apresentação. Mesmo assim, até eles estavam com boa vontade e permitiram que rolasse mais um pouco.

Mas seria legal se nas próximas edições utilizassem este “aparelho” para programar eventos.

Nem tudo são flores
Como já disse, esta foi minha 7ª Virada Cultural, todas elas sem nenhum incidente comigo ou com conhecidos (e algumas vezes eu varei a madrugada sozinho, como em 2010). É um evento muito legal e São Paulo precisa de mais eventos que ocupem o espaço público. Sua população merece isto. A cidade merece isto.

Eu não gosto muito destas “teorias conspiratórias”, mas é estranho porque enquanto era a gestão Serra/Kassab (que deixou este legado de bom pra cidade) que comandava a cidade, não davam tanta atenção para os incidentes que SEMPRE ocorreram e ocorrerão em eventos deste tamanho (ocorrerão aqui em SP, ocorrem no carnaval da Bahia e do Rio, ocorreriam em NY, em Berlin, em Londres, em qualquer lugar onde você junta uma multidão deste tamanho)

Mas três coisas que vi e ouvi me deixaram com um misto de perplexidade, tristeza e falta de esperança, não em relação ao evento, mas ao rumo que nossa sociedade toma:

  • O comandante da PM assinando seu atestado de incompetência pedindo que o evento seja diurno e com acesso restrito para que exista revista. Ele simplesmente admitiu a falência do sistema do qual ele faz parte, que é o de segurança pública. (e aqui não é uma crítica à instituição, pois a PM fez ótimo trabalho, na medida em que puderam, durante esta virada).
  • O apresentador da Globo perguntando se vale a pena investir 13 milhões num evento como este. O público estimado foi de 4 milhões de pessoas! Quer investimento melhor do que este? Poderiam investir mais ainda e fazer o evento 2, 3, 4 vezes por ano.
  • Das 4 confusões que eu presenciei, 3 delas foram causadas pela Guarda Civil Metropolitana tentando apreender produtos de vendedores ambulantes, o que invariavelmente gerava uma correria generalizada, pois as pessoas inicialmente não sabiam do que se tratava e em um segundo momento a revolta do próprio público, que em uma das confusões quase resultou em agressão aos próprios guardas. Ao invés deles focarem em apreensões, poderiam ao menos neste evento, ajudar na segurança. Seriam muito mais úteis.

Valeu a pena!
Após 10 anos de eventos, nota-se que ele vem progredindo em todos os sentidos. Inicialmente houveram problemas com falta de banheiros e de pontos de alimentação, que já foram solucionados lá pela 6ª edição. Depois o problema da segurança, que também vem melhorando a cada ano.

Nos primeiros eventos eu presenciei algumas confusões (brigas e discussões) entre o público ou entre tribos (roqueiros, punks, pessoal do RAP, Samba, Eletrônico, etc) no caminho entre um palco e outro. Porém, nas últimas 3 ou 4 edições não presenciei nenhuma confusão deste tipo, até porque, hoje a turma do “deixa disso” deve corresponder a pelo menos 90% do público e qualquer tensão é logo aplacada pelo próprio público. Ou seja, o evento está servindo também para aumentar a tolerância das pessoas ao que é diferente.

Em outros anos a quantidade de atrações boas (para o meu gosto, que fique claro) impressionava e ficava até complicado escolher o que eu iria ver. De uns três anos para cá eles aumentaram mais a variedade de estilos, o que fez com que as opções para o meu gosto diminuissem, mas em compensação está atraindo bem mais pessoas (inclusive de outras cidade e até estados, e desta vez vi bastante gringos também). Mas é uma festa popular e é mais do que justo tentar atender à todos os gostos.

Muita gente deixa de ir na Virada Cultural alegando que vai ter muito bandido, drogado, travesti. Sim, o centro é cheio de travestis, prostitutas, drogados, mendigos. Mas antes do nóia, da puta, do traveco ou do dorme sujo, o que existe ali é um ser humano, e se você não consegue ao menos sentir empatia e tolerância por outro ser humano a ponto de não conseguir conviver no mesmo espaço que ele por algumas horas que sejam, então o melhor mesmo é não ir (aliás, o melhor ainda é que você vá viver isolado, pois você ainda não aprendeu a viver em sociedade).

Todas as vezes eu sou sim interpelado por estas pessoas que vivem na região central. Algumas vezes me pedem cigarro, outras a cerveja que estou tomando, alguns poucos me pedem dinheiro (a maioria explica que é pra tomar uma cachaça, afinal cobertor de mendigo é pinga), muitos nem me pedem nada. O que todos eles no fundo querem é alguém que lhes dê atenção, por 5 ou 10 minutos que sejam, ao invés de enjeitá-los, isolá-los, tratá-los como párias da sociedade. E se 10 minutos de minha atenção foram suficientes para melhorar um pouco o dia destas pessoas, isto já me valeu muito a pena. Até mais do que os shows.

Algumas outras fotos:

Virada 06

A lateral do Teatro Municipal, vista da 24 de Maio

Virada 07

Venha correndo Mappin!!!

Virada 08

A frente do belo Teatro Municipal

Virada 09

Estação da Luz

Virada 10

Festa para todos os credos…

Virada 11

…e crenças (instalação no Parque da Luz)

Virada 12

Outro ângulo da Estação da Luz

Virada 13

Não era atômico, mas era um belo Maracatú!

Virada 14

A arquitetura da Estação da Luz me lembrou a da Estação de Hamburgo, na Alemanha (por isto ela não me era estranha quando tomei trem lá)

Botecando #21 – Neptune’s Net

Neptune's Net 1Este é mais um restaurante/lanchonete do que um bar propriamente dito, mas como oferece várias opções de cerveja e é um dos poucos lugares nos EUA que voce consegue beber olhando o mar, vou colocar na categoria de boteco também.

Localizado em frente à praia de Dana Beach, na cidade de Malibu, este bar oferece várias opcoes de frutos do mar (para quem gosta) e conta com geladeiras com os mais variados tipos de cerveja. A coisa funciona no sistema self service: voce vai até a geladeira, escolhe sua cerveja, passa no caixa (onde se pode fazer os pedidos de comidas, incluindo muitos petiscos), paga, escolhe uma mesa e se senta.

Neptune's Net 2O bar é tambem ponto de encontro de motociclistas que o utilizam como ponto de encontro, ou apenas como parada para comer algo, durante os passeios pela Pacific Coast Highway, mais conhecida como PHC-01, a estrada que percorre a costa oeste americana, desde San Diego ate a fronteira com o Canada.

A vista para a praia de Dana Beach é bem legal e podemos inclusive enxergar alguns filhotes de baleia se exibindo. Infelizmente meu celular nao tem um zoom bom e não deu pra tirar foto.

Opcões de cerveja é que não faltam aqui e inclusive eu acabei experimentando uma dark lager da Guinness, que é mais famosa pela sua stout, que eu nem sabia que existia.

O cardápio, para alguem que nao curte frutos do mar como eu, não é lá muito atraente, mas aparentemente, pelo movimento no local, deve ser muito bom e com preços razoaveis.

Vale uma passada para quem estiver por LA e resolver fazer um passeio (praticamente obrigatório), pela PCH-01.

Onde: Neptune’s Net (42505 Pacific Coast Hwy, Malibu, CA)
Quando: 25/04/2014
Bom: beber olhando o mar
Ruim: nothing
Site: http://neptunesnet.com

Botecando #20 – O’Malleys

omalleys 1Putz, eu estava quase me esquecendo de fazer este review. E justo do O’Malleys, que é um dos pubs de São Paulo que eu mais gosto!

O O’Malleys é um dos pubs mais antigos e mais tradicionais de São Paulo (acho que nos dois quesitos ele só perde para o Finnegan’s). Situado na esquina da Rua da Consolação (do lado do Jardins) com a Alameda Itu, fica num imóvei dividido em vários ambientes: logo na entrada se encontra o bar mesmo, ao lado existe uma “saleta” com uma meia dúzia de mesas. Mais pro fundo se encontra um salão um pouco maior, também ocupado por algumas mesas e também o acesso a um pequeno mesanino onde se encontra uma mesa de snooker. Na parte de cima do bar fica a “pista”, com um palco ao fundo.

Em todos os ambientes existem várias TVs que ficam transmitindo constantemente prograções esportivas e, quando existe banda tocando no piso superior, algumas destas TVs “transmitem” a performance da banda (é apenas uma câmera estática em frente ao palco).

Normalmente durante a semana, devido à proposta de ser um pub Irlandês/Inglês e a proximidade com a Avenida Paulista, é reduto da gringaida que está na cidade, principalmente à trabalho.

omalleys 2Uma das coisas que eu mais gosto aqui é que é possível tomar pints de Guinness que são tirados da tap, ou seja, é a Guinness na sua forma tradicional. Os petiscos também são bons e não ficam focados somente na culinária Irlandesa e Inglesa, e pode-se encontrar algumas coisas da culinária mexicana (nachos), americana (burgers) e brasileira (petiscos, tábuas de frios, etc).

As bandas que normalmente se apresentam são de pop/rock internacional. Não sei se é a proposta da casa, mas em todas as vezes que eu fui ao O’Malleys, as bandas focavam num repertório mais anos 80.

omalleys 3Às sextas e sábados, e também no dia de São Patrício, a casa fica lotada (bem menos do que ficava antes da tragédia de Santa Maria, que teve este “lado bom”), o que faz com que enormes filas se formem e a espera ultrapasse as duas horas. Se estiver pensando em ir num dia destes, o ideal é chegar antes das 22:00hrs (antes das 21:00 até) ou depois da 1:00.

Outra coisa ruim, para quem fuma, é a área destinada a fumantes: é um chiqueirinho externo e, devido à proximidade de vários prédios residenciais, só 3 pessoas podem sair para fumar ao mesmo tempo, o que gera uma considerável fila nos dias mais cheios.

Mas é um lugar ótimo para tomar umas com os amigos, especialmente fazer um happy hour nos dias de semana.

Onde: O’Malleys (Alameda Itu, 1529 – Jardim Paulista)
Quando: 15/04/2014
Bom: Guinness on Tap!!!!
Ruim: fumódromo e filas aos finais de semana
Site: http://www.omalleysbar.net/

Botecando #19 – Brennan’s Pub

Brennans 1Este legítimo pub Irlandes, aberto em 1972, era um dos lugares que eu mais frequentava enquanto estive em LA, muito pela proximidade de casa (uns 25 minutos andando), quanto pela qualidade do som que sempre rola lá.

Este e um pub “pub” mesmo: aquela “ilha” no centro do bar, com balcão de madeira, um jogo de dardos num canto, uma mesa de snooker no outro e um palco onde as bandas se apresentam.

Geralmente ia de sexta feira, já que como estava lá à trabalho (e trabalhava em horário dobrado, pois são 4 horas de diferença para o Brasil), ir às quintas era meio complicado. Porém é as quintas que ocorrem uma das grandes atrações da casa: a corrida de tartarugas (veja o vídeo que eu fiz aqui).

Brennans 3Quando falo sobre tartarugas correndo a galera acha que é piada, mas realmente ocorre. Em 2008 a casa ficava lotada às quintas por conta da corrida, inclusive com fila de espera, coisa inimaginável para um pub nos EUA. Acho que com a proibição das apostas que ocorriam (hoje em dia não se aposta, mas voce pode “alugar” uma tartaruga e, se ela vencer, voce leva um premio) e o checkpoint do DUI (Drug Under Influence de álcool ou drogas, o nosso famoso comando da lei seca), que fiquei sabendo que ocorre toda quinta feira, a menos de 50 metros do Brennan’s, o publico estava relativamente pequeno.

Mas nao deixa de ser uma diversão ver as pobres tartaruguinhas correndo feito loucas e imaginar o que faz com que elas se comportem deste jeito.

Brennans 2

O pátio onde ocorrem as corridas e também se pode fumar

Uma outra coisa legal do Brennan’s é que, por ter um pátio, é um dos poucos lugares nos EUA que dá pra fumar e beber ao mesmo tempo, já que fumar em locais fechados nos EUA é proibido, assim como beber em lugares públicos é crime (por isto em filme vemos as pessoas escondendo a bebida dentro de sacos, não que isto alivie), então, para sair para fumar, geralmente voce tem que deixar a cerveja dentro do local.

Para quem estiver por Los Angeles e for passar uma quinta feira por lá, este é um programa no mínimo interessante, além do pub em si que é bem legal e vale a pena a qualquer tempo. Só não tente ir no dia de São Patrício pois voce tera que chegar umas 3 da tarde para conseguir entrar (e se conseguir ficar de pé, a festa rola até umas 11 do dia seguinte!)

Onde: Brennan’s Pub (4089 Lincoln Blvd – Marina Del Rey – CA)
Quando: 24/04/2014
Bom: bandas e turtle racing
Ruim: people get too drunk, DUI check point
Site: http://www.brennanspub-la.com/

Botecando #18 – The Blooze Bar

Blooze 1Acabei indo neste bar, que fica em Scottsdale, região de Phoenix-AZ, dois dias seguidos, a convite do amigo Tony. No primeiro dia fomos ver uma banda que fazia clássicos do Heavy Metal dos anos 80 (especialmente as bandas Glam como Poison e Skid Row), chamada The League of Forgotten Saints.

Uma coisa que eu acho legal nos EUA é que as bandas “cover” realmente entram no clima e utilizam o visual igual ao da banda que estao “homenageando”. Como neste caso, a banda fazia um tributo a todo um movimento, a indumentaria era bem tosca, com um guitarrista usando um tapa olho (depois fiquei sabendo que era de verdade, pois ele nao tinha o olho esquerdo) e o vocalista usando meia arrastão nos bracos e uma tanga de couro (ui!).

Apesar de tocarem poucas musicas que eu conhecia (Peace Sells, do Megadeth, uma do Judas Priest, e algumas poucas outras), pois nós no Brasil temos mais contato com bandas Inglesas, foi uma balada divertida.

O Tony viu um cartaz que anunciava que aos domingos rolava uma Jam de Blues e planejou voltar no dia seguinte com sua Grestch 1967 (igual a do George Harrison) para fazer uns sons (acho que ele estava com abstinencia de palco…hehehe), e no dia seguinte fomos eu e ele (a Rebeca teve que ir trabalhar).

Ouvir algumas (poucas) músicas de Blues ate é legal, especialmente quando voce ouve apenas os sucessos, mas ir para uma Jam nao é muito bom. Primeiro que blues é muito chato: três notas como base e nego solando infinitivamente. Segundo que, como era uma Jam, a qualidade dos músicos era pra lá de questionável.

Mas mesmo assim, para um domingo a noite, foi até agradável e rendeu algumas boas risadas.

Onde: The Blooze Bar (12014 N. 32nd. Street – Phoenix, AZ, 85028)
Quando: 19 e 20/04/2014
Bom: bandas e preço
Ruim: too much red necks
Site: http://www.thebloozebar.com/

Botecando #17 – Seu Domingos

Seu Domingos

Este é um dos bares mais novos que existe na Vila Madalena e foi criado pelos mesmos donos do Quitandinha, que fica praticamente em frente. Apesar de ter uma fachada “imponente” e uma decoração bem caprichada, que sugere que seja um bar chique ou caro, tem a alma de boteco de verdade.

O atendimento é bom (melhor até que o do Quitandinha) e a cerveja veio sempre bem gelada. Além de tudo, o preço é justo (R$ 8,20 a Original de 600mls). A porção que pedimos (iscas de filé empanado com molho de queijo) também estava muito boa.

Samba oriental!!!!

Samba oriental!!!!

Aos sábados rola a já famosa “feijoada com samba” que acontece em praticamente todos os bares de São Paulo. O responsável pelo som é um conjunto de samba um tanto inusitado: o Quarteto Saquê e Cachaça é formado por descedentes de japonêses. Mas engana-se quem achar que “japonês não sabe fazer samba”. Além de tocarem bem, o repertório deles é composto somente por clássicos. A única coisa ruim é que não dava para ouvir muito bem do lado de fora, onde haviamos pego a mesa, pois creio eu que a casa não tenha equipamento de PA.

Mas vale a pena a visita, tanto para conhecer a casa em si, que como falei tem uma decoração bem caprichada e até lembra aqueles bares e restaurantes chiques que existem na beira da praia de Maresias ou Juquehy, quanto para assistir à estes “ninjas” do samba.

Onde: Seu Domingos Bar (Rua Fidalga 209 – Vila Madalena – SP)
Quando: 12/04/2014
Bom: preço e decoração
Ruim: nada que desabone.
Telefone: (11) 3819-4047

Botecando #16 – Bella Augusta Churrascaria e Pizzaria

Bella Augusta

Localizada bem no meio Rua Augusta, do lado do Centro (fica a dica para ir de transporte público: para chegar, melhor descer na Paulista, e para ir embora, ir pelo centro, assim evita subida, já que a distância é praticamente a mesma), este restaurante, que tem uma fachada que mais parece uma padoca, acaba por não chamar atenção de quem passa por ali, porém, é uma ótima opção para tomar uma cerveja com os amigos e petiscar boas comidas.

A parte inferior é realmente uma simples lanchonete, porém, a parte de cima é bem interessante: existe um grande salão (umas 3 vezes maior que o inferior) e uma área externa com um terraço. Minha dica, especialmente para os fumantes, é tentar conseguir uma mesa neste terraço, especialmente se estiver calor.

 

Bella Augusta 2

Um ótimo lugar para reunir os amigos para uma cervejada

A carta de cerveja deles oferece algumas opções mais interessantes para quem gosta de fugir do convencional, e dispõe de algumas opções como hefes Alemãs (Erdinger e Weihenstephaner), as dinamarquesas Faxe, e algumas outras.

O cardápio também é bastante variado e eles servem, além de pratos prontos (inclusive com feijoada aos sábados), pizzas e petiscos em geral (as tábua de frios e de carne são ótimas pedidas).

Os preços são bastante justos e, para melhorar, como se trata de um restaurante, e não de um bar propriamente dito, também aceitam vale refeição.

Onde: Bella Augusta Churrascaria e Pizzaria (Rua Costa, 84 x Rua Augusta – Consolação – SP)
Quando: 05/04/2014
Bom: atendimento e preço.
Ruim: nada que desabone.
Telefone: (11) 3259-9380