Arquivo da categoria: Botecando

Botecando #6 – Famoso Bar do Justo

Apesar de frequentar bastante a Zona Norte, só tinha ido à este bar uma vez, há uns 15 anos atrás e aproveitando que fui assistir um show no Parque da Juventude, que fica bem perto, resolvi “arrastar” os amigos para fazer um “after” neste tradicional bar.

Este é um dos vários exemplos de bares que, apesar de terem crescido e entrado na moda, não perderam sua essência de boteco. A região onde ele é localizado, não é das melhores, do ponto de vista comercial para um bar um pouco mais “requintado”, já que fica perto de uma estação de metrô (Metrô Santana) que é rodeada de comércios populares (e muitos camelôs). Este é um fato que pode incomodar quem gosta mais de “luxo e ostentação” (o que não é o meu caso e nem dos meus amigos), já que, estando nas mesinhas da calçada, você será invariávelmente interpelado por pedintes ou vendedores ambulantes.

A mim não incomoda e acho que faz parte do pacote, da experiência.

Voltando ao bar: é um boteco de bairro típico que cresceu e se sofisticou sem perder sua essência. A cerveja (no caso Skol) veio sempre bem gelada e, atendendo à pedidos, servida em copos americanos. Não cheguei a provar muita coisa, pois tinha almoçado antes do show, porém comi a porção de torresmo, que era muito boa (aliás, os bares de SP podiam oferecer mais este petisco).

Das pessoas que estavam comigo, algumas pediram outras porções (frango à passarinho, que pareceu bem servida e apetitosa), enquanto outras pediram lanches (de pernil e de lagarto), que também pareciam estar muito bons.

Fiquei sabendo depois que a especialidade da casa é coxinha de costela, o que me obrigará a voltar logo para provar este quitute.

Onde: Famoso Bar do Justo (Rua Alferes Magalhães, 25/29 – Santana – SP)
Quando: 26/01/2014
Bom: petiscos e lanches
Ruim: algumas pessoas podem se incomodar com a localização ou com os pedintes / ambulantes
Página: https://www.facebook.com/Bardojusto

Botecando #5 – Sem Saida ou Bar da Dona Diva

SemSaida Logo

O Bar da Dona Diva, mais conhecido como “Sem Saída” é um pequeno boteco que fica no começo da Rua Fidalga, quase esquina com a Inácio Pereira da Rocha, bem no coração da Vila Madalena. O apelido “Sem Saída”, que se tornou um nome semi oficial do bar, foi dado devido às dimensões do bar: ele deve ter uns 4 metros de frente por 10 de fundos, o que faz com que, nos dias lotados, seja difícil, depois que você entrou no bar, conseguir sair dele.

Nos comes e bebes não tem muita diferença de outros botecos “pé sujos” (no melhor sentido da palavra): cerveja bem gelada e petiscos de boteco, como azeitona, frios, amendoim, etc. O destaque neste quesito fica por conta do Cuzcuz da Dona Diva, que é item obrigatório para quem frequenta o bar.

Aqui o Samba é no gogó

O que chama a atenção e atrai público mesmo é a sua famosa roda de samba aos sábados (das 19:00hrs até cerca de 22:00hrs): os músicos vão chegando, se juntando em volta de uma mesa, afinando seus instrumentos e daqui a pouco a roda está formada. Não existe repertório pronto, não existem microfones ou amplificadores (usam amplificador somente para o violão), não existe ensaio prévio, nada disto. É uma típica roda de samba, onde os músicos vão tocando o que vier na cabeça ou o que for sugerido pelo público. Existem algumas presenças fixas entre os músicos, porém a roda é livre e quem sentir à vontade (e se sentir apto) à acompanhar basta chegar com seu instrumento e sentar-se à mesa que será muito bem recebido.

Devido às dimensões do local (é realmente muito pequeno, além da mesa onde fica a roda, existem mais 4 mesas e o balcão, apenas), no calor o ambiente torna-se praticamente insuportável. Portanto, uma boa dica é chegar cedo e pegar uma das duas mesas na porta, ou mesmo um banquinho com algum dos garçons, apenas para apoiar as garrafas e copos, e curtir o samba do lado de fora mesmo.

Onde: Sem Saída / Bar da Dona Diva (Rua Fidalga, 27 – Vila Madalena – SP)
Quando: 01/02/2014
Bom: som ao vivo (samba) e o cuzcuz paulista
Ruim: por ser muito pequeno, fica muito lotado e muito quente
Telefone: +55 11 3032-3914

Botecando #4 – Bar do Luiz Fernandes

Bar Do Luiz

Se você mora em São Paulo, curte cerveja e boa comida e nunca foi ao Bar do Luiz, você está cometendo um pecado. E se você mora na Zona Norte, mesmo que não seja chegado em botecos e ainda não conhece o BDL, está cometendo um crime (passível de cassação da sua cidadania “zona-norteana”). Parafraseando o Mário Sérgio Pontes de Paiva, este é um verdadeiro boteco, na acepção da palavra.

Vamos a um pouco de história: este simpático boteco, que fica na Rua Augusto Tolle, 610, no Bairro de Santana, me foi apresentado por um amigo de faculdade lá pelos idos de 2000 (tenho que agradecer ao Luis Fernando, vulgo Batata!). À época, era bem menor do que é hoje, ocupando somente o salão da esquina com a Rua Ulisses Esteves Costa. Salão este que deve ter uns 40 metros quadrados. Além do salão, onde existia o balcão com os acepipes e as geladeiras com cervejas, as mesas (aquelas dobráveis de metal típica de botecos) eram dispostas na calçada e, após o fechamento do estabelecimento que ficava ao lado (acho que era uma loja de roupas, imóvel mais tarde adquirido e anexado ao bar), na garagem e na calçada deste.

O que mais me chamou a atenção na primeira vez que eu fui, era que tanto o Seu Luiz, quanto seu filho, o Edu, e todo o pessoal que lá trabalhava, conheciam meus amigos pelo nome ou apelido (ou ao menos o time para o qual torciam), o que trazia um tratamento mais “pessoal”. Além disto, na época, quando você se sentava em uma mesa, recebia uma “comanda” (na verdade apenas um pedaço de papel) e um lápis, pois você mesmo era o responsável por anotar o seu consumo, o que criava um clima de confiança entre a casa e seus fregueses.

Seu Luiz e Dona Idalina

Seu Luiz e Dona Idalina

Tirando a “auto comanda” e o espaço físico (hoje já totalizam 4 imóveis na mesma esquina, sem contar outros 2 estabelecimentos e um quiosque na praça de alimentação de um supermercado da região), pouca coisa mudou desde então e os clientes frequentes ainda são recepcionados pelo Edu, que faz as vezes de “cicerone” da casa enquanto serve as mesas (toda a família mete a mão na massa!), e chamados por ele e pelos garçons pelo nome (ou apelido, conforme o caso) e o tratamento é recíproco por parte dos clientes, que tratam os garçons pelo nome (isto quando não existe um tratamento mais íntimo e reciproco como: o corno, o viado, etc….hehehe), o que cria este clima de pessoalidade e intimidade.

A cerveja é sempre gelada (nunca, mas nunca mesmo a cerveja não estava boa, e já devo ter ido lá mais de 100 vezes), o balcão de petiscos oferece uma imensa variedade de acepipes, desde os mais comuns (frios, azeitonas, ovo de codorna) até os mais “hards” (moela de frango, figado de frango e figado de boi) e as batidas preparadas pelo Seu Luiz são uma atração à parte (sugiro a meia de seda e a de amendoim, disponíveis inclusive em garrafas de 1 litro para viagem).

Talvez a principal atração da casa (além do atendimento) seja a “carta de bolinhos” da Dona Idalina, a matriarca da família, já conhecida e premiada por vários veículos (Veja SP, Folha de SP, Revista da Folha, etc) e eventos (Comida de Boteco, Boteco Bohemia, etc): Bolinho de Carne (o mais tradicional), Surpresa da Dona Idalina, Bolinho de Bacalhau, entre outros.

Um outro ponto que eu acho interessante: este foi um dos primeiros bares a extinguir os 10% obrigatórios já cobrados na conta. Acho esta atitude bastante inteligente, pois “força” o bom atendimento por parte dos garçons (que aqui existiria mesmo sem este artifício) e o cliente, quando bem atendido, acaba oferecendo mais do que os tradicionais 10% de gorjeta, o que é bom para os funcionários do bar.

Garçons que tratam e são tratados pelo nome. Este é o Tim.

Garçons que tratam e são tratados pelo nome. Este é o Tim.

Além de tudo, o Bar do Luiz, além dos outros estabelecimentos (BDL Cervejaria, BDL Grill e BDL do Andorinha), também é responsável por organizar a maior festa de um bar no Brasil, festa esta que acabou por substituir o Boteco Bohemia, se tornando, inclusive, bem maior do que sua precursora.

Talvez o único problema do BDL (como carinhosamente é chamado pelos frequentadores assíduos) seja gerado pela obsessão pelo bom atendimento: por mais que o bar esteja cheio, nunca vão dizer que você terá que esperar para ser atendido ou que não podem receber ninguém pois a casa está lotada. Vão dar um jeitinho, apertar umas mesas aqui, mover outras acolá, ou ao menos, acomodá-lo no balcão enquanto vaga uma mesa, o que acaba gerando uma superlotação nos dias mais movimentados (happy hour de quarta a sexta e horário de almoço do sábado), o que faz com que fique difícil para os garços e os clientes se movimentarem e acaba por reduzir um pouco a qualidade do atendimento (mas a cerveja ainda virá sempre gelada!).

Para evitar isto, sugiro chegar cedo e pegar uma mesa na calçada. Outra dica é: vá de transporte público. Pegue o metrô até a estação Santana do Metrô e de lá, tome um táxi ou a linha 1756 – Pedra Branca, que leva 10 minutos e passa na frente do bar.

Apesar de eu ser meio suspeito para falar do BDL, nenhuma das pessoas às quais apresentei ou sugeri o bar teve uma mínima reclamação dele, muito pelo contrário, sempre ouço elogios e agradecimentos.

Onde: Bar do Luiz Fernandes (Rua Augusto Tolle, 610 – Santana – SP)
Quando: 25/01/2014
Bom: atendimento, petiscos e cerveja sempre gelada
Ruim: alguns dias fica muito lotado, o que diminui um pouco a qualidade do serviço
Site: http://bardoluizfernandes.com.br

Botecando #3 – Santa Fé Cervejaria

Esta cervejaria, que está mais para restaurante, fica na Av Pompeia, próxima ao shopping Bourbon. Fica num imóvel de tijolos aparentes na esquina da avenida com a Ministro Ferreira Alves. Tem um pequeno salão interno e algumas mesas na calçada.

Santa Fe

A cerveja (garrafa 600ml) é servida bem gelada e o atendimento é bom, mas o que atrai na casa é seu prato mais famoso: o “Cupim Casquerado”.

Normalmente cupim é um corte de carne que não atrai muita gente por ser um pedaço muito gorduroso (um amigo meu ainda usava o argumento que é o lugar onde o boi toma todas as vacinas, antibióticos, etc), pórem, a forma de preparação (bem passado e com bastante sal grosso), faz com que praticamente toda a gordura seja eliminada, só restantando gordura suficiente para deixar a carne suculenta.

Santa Fe cupim

O cupim vem servido em uma telha aquecida, para manter a temperatura, junto com mandioca frita e mais uma cumbuca de farofa e outra de vinagrete. Para acompanhar, além da cerveja (sugiro Original ou Serramalte), um arroz “biro-biro” cai muito bem.

É uma ótima pedida para um almoço de domingo com a família. Só precisa chegar cedo pois o local costuma lotar aos finais de semana na hora do almoço. E caso queira pegar mesas do lado de fora, o ideal é chegar umas 11:30. Se for possível, vá em grupos pequenos (até 6), pois grupos maiores ficam difíceis de serem acomodados do lado de fora e, mesmo do lado de dentro (tem ar condicionado, então não se preocupem com o calor), as mesas maiores ficam muito próximas umas das outras gerando certo incômodo.

Onde: Santa Fé Cervejaria (Av Pompeia X Rua Ministro Ferreira Alves – Pompéia)
Quando: 19/01/2014
Bom: cupim casquerado
Ruim: pouco espaço na área interna
Site: http://www.santafecervejaria.com.br

Botecando #2 – Armazén Paulista

Quando fui à este bar, para reencontrar alguns amigos da FGV, já imaginava um destes novos “botecos chiques” cheio das frescuras e com um monte de gente mais preocupada em desfilar do que aproveitar as “benesses” de um boteco (bebida, comida e papo descontraído). Grata surpresa descobrir este bar chique com clima de boteco.

ArmazenPaulista

Apesar dos valores típicos de “boteco chique” (pô, R$ 6 reais para um chopp ou long neck e uns R$ 9,00 para uma cerveja de 600mls popular já estaria de muito bom tamanho!), o bar, situado no coração de Moema, tem um clima agradável, com um bom atendimento por parte dos garçons (staff é baitolagem tb…hehehe), uma decoração simples, mas de bom gosto, e público composto, em sua maioria, de pessoas da região, do Itaim e da Vila Olímpia fazendo um happy hour e apenas querendo relaxar.

O chopp é bem tirado e as porções são muito boas. Um dos únicos problemas é que eles usam aquele sistema de “empurrar” o chopp para o cliente, mas ao menos aqui, ao invés de simplesmente irem colocando a bebida na mesa, eles perguntam se você aceita mais um. Uma das coisas que eu mais gostei foi que eles não “amontoam” mesas uma em cima das outras (como ocorre na maioria dos bares), o que obrigaria o garçom a ficar se contorcendo através das mesas e aos clientes a se espremerem quando querem ir ao banheiro ou fumar. Também evita aquela barulheira que impede a conversa em tons normais.

FGV

Além do chopp e das comidas, como já citado, o melhor mesmo foi reencontrar amigos que já não via a quase um ano. Fica a dica para quando quiserem fazer uma reunião onde se quer colocar os papos em dia.

Onde: Armazen Paulista (Al Jauaperi X Av Lavandisca – Moema)
Quando: 17/01/2014
Bom: ambiente e petiscos
Ruim: sistema “push” chopp
Site: http://www.armazenpaulista.com.br

Botecando #1 – Posto 6

A principal proposta deste espaço é falar sobre os bares que eu frequento e as cervejas que eu tomo. Bem, vamos começar falando dos bares que eu frequento e, para isto, vou inaugurar uma seção chamada “Botecando”, onde eu colocarei algumas impressões dos lugares que eu for frequentando. Como minhas opniões sobre um mesmo lugar podem mudar de tempos em tempos (como no caso deste botecando), um mesmo estabelecimento pode aparecer mais de uma vez. A pretensão não é dizer se um bar é bom ou não, apenas dar minha opnião pessoal sobre ele (até porque sempre me pedem conselhos nesta área). Então vamos lá!

Eu sou frequentador assíduo da Vila Madalena a ponto de ter planos de um dia (que seja logo!) morar alí ou ao menos em algum local bem próximo, a uma distância que dê para ir à pé. Acho que o bairro, além do lado boêmio, tem todo um charme: são lojinhas, ateliês, albergues, repúblicas. E tudo encravado numa região praticamente central de São Paulo. Tanto que a especulação imobiliária já está tentando dominar aquele espaço para talvez transforma-lo numa nova Vila Olimpia: um monte de prédio horroroso (e com nomes aviadados: ville de não sei o que, maison da puta que o pariu, escritórios werk oficina office center mall, etc) e um trânsito infernal nas suas ruas estreitas.

posto 6

Acho que a cara da Vila Madalena é barzinho e balada mais descontraidos. Por conta disto, tem alguns bares que acho que não deveriam estar ali. O Posto 6, até esta minha última visita, era um deles. Sabe aquele “boteco” (é até pecado usar a santa palavra!) que o pessoal vai mais pra desfilar do que pra beber e conversar, onde o garçom nem olha na sua cara e o chopp custa quase o preço de uma caixa de cerveja? Pra mim este bar deveria ficar no Itaim (não que não goste de ir lá de vez em quando tb) e não na Vila. E era esta a impressão que eu sempre tive nas poucas vezes que fui à este bar, tanto que fazia pelo menos uns 7 anos que não parava ali, apesar de estar praticamente todo final de semana na Vila.

Felizmente nesta última visita, mudei totalmente minha impressão sobre o local. Desta vez vi pessoas vestidas informalmente (de chinelo inclusive!) ao invés de estarem “produzidos pra balada” e a galera apenas curtindo uma boa bebida, uma boa comida e um bom papo. Até os garçons estão mais simpáticos do que eram desde a última vez que eu fui.

Onde: Posto 6 (Aspicuelta X Mourato Coelho – Vila Madalena – SP)
Quando: 03/01/2014
Bom: petiscos e decoração
Ruim: preço
Site: http://www.posto6.com/site/

Botecando #0

Bem vindos à Botecoterapia!

Já a algum tempo amigos me sugeriram criar um blog com reviews de bares que frequento ou cervejas que tomei, além de compartilhar algumas viagens que eu fiz. Eu sempre concordei com eles que isto era uma idéia interessante, porém a preguiça nunca havia me deixado colocar isto em prática, mas acho que chegou a hora de vencer a preguiça.

Uma outra razão pela qual eu estou criando este espaço é que, no mundo cada vez mais veloz e com menos tempo da internet e suas redes sociais, as vezes falta espaço para um texto mais longo e falta tempo para sentar e organizar as idéias.

Por que Botecoterapia?

Bem, como já dito anteriormente (e mais para frente entrarei em detalhes), eu sou um frequentador assíduo de bares e botecos e um apreciador de cerveja. Depois de horas e horas sentado em mesa de botecos, comecei a perceber (ou formular a teoria) que o boteco é o lugar mais democrático que existe, assim como a cerveja a bebida mais social.

Os eventos “tomar cerveja” e “ir ao boteco” são sempre motivados por algo além da bebida e do local em sí (uma comemoração, um bate papo com amigos que já não se vêm a muito tempo, assistir um jogo, fazer uma despedida, etc) e sempre carece de pessoas para acompanharem.

No boteco é onde as pessoas, devido talvez ao seu ambiente totalmente informal, deixam cair muros e armaduras e se mostram como elas realmente são. E isto não é um efeito somente da bebida, já que o mesmo efeito se dá em pessoas que não bebem.

É onde o amigo chama o outro para comemorar o nascimento de um novo filho ou chorar as mágoas de uma traição. É onde o garçom é chamado de patrão e chefe pelo rico, e onde ele chama o cliente de amigo.

É o lugar onde a discussão sobre a crise econômica mundial é interrompida pelo gol de placa ou de bico que acabou de passar na TV (e que todos querem ver no replay). Em segundos, o jogo já é passado e a discussão sobre a importância ou não da religião na vida humana toma lugar para, apenas cinco segundos após o aprofundamento desta discussão filosófica, passar a gostosa na calçada e tirar toda a importância de qualquer outro assunto.

É isto que pretendo neste blog: criar um espaço onde possam ser discutidos todo e qualquer assunto, sem seguir uma linha específica, e que seja sempre frequentado por amigos.

Para tentar manter isto vivo, tentarei publicar algum texto mais longo a cada 15 dias, pelo menos. Digo tentarei pois, à partir do momento em que algo torna obrigação, eu acabo perdendo o tesão inicial.

Enquanto isto pingarei algumas outras coisas, tais como vídeos, músicas, fotos, etc.

A intenção é falar sobre qualquer assunto que me interesse, então, como praticamente todo assunto me interessa, não faltarão temas.

Até +

P.S. Ainda estou entendendo como funciona este trem aqui, então muito provavelmente o layout ainda vá sofrer mudanças